Encontramos estas dicas bastante atuais na mais recente edição da revista Vida Simples (que, por sinal, recomendamos), e gostaríamos de dividi-las com os leitores do Ouvidoria. Você pode ler a matéria completa clicando aqui, publicada no site da revista, ou pode ver o resumo das sugestões de galerias aqui mesmo. Vamos lá?
Rhys Mendes, em Belo Horizonte
A galeria começou no loft de um dos três sócios, em Boston, nos EUA. Foi para Los Angeles e depois ganhou, em 2008, uma filial em Belo Horizonte, instalada em um antigo galpão industrial de 1000 m2 nos arredores da cidade. Com um pé na Califórnia, a galeria dá mais visibilidade a artistas brasileiros e promove um intercâmbio internacional, já que possui um ateliê para residência de artistas de fora. É dirigida por um francês, um americano e um brasileiro.
Espaço+Soma, em São Paulo
Surgido da revista homônima, ocupa um galpão que recebe de exposições de arte a apresentações de música (o nome vem de somar várias manifestações artísticas). O foco são os novos talentos, tanto que o espaço abriga a coletiva anual Entre Outros, que dá oportunidade a dezenas de jovens artistas com diferentes estilos e técnicas – e que quase nunca têm seus nomes citados, sendo resumidos a expressões como “entre outros” ou “etc.”.
DUREX Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro
Fica no centro histórico do Rio, e segue o conceito internacional das galerias coletivas – curadorias não convencionais, calendário diversificado (com cerca de seis exposições por ano) e preços mais pé no chão (com 1000 reais é possível adquirir serigrafias, desenhos e gravuras). A Durex só trabalha com artistas iniciantes ou aqueles no meio da carreira, como Eduardo Berliner e Clarice Tarran. Também expõe nomes estrangeiros.







Hoje, dia 4 de novembro de 2009, deixa de estar entre nós o arquiteto, urbanista e professor Acácio Gil Borsoi. Nós, da Ouvidoria, não podíamos deixar de prestar aqui nossa sincera homenagem, apesar de modesta, a este carioca radicado em Pernambuco há 56 anos que foi mestre de vários arquitetos brasileiros. Em 2005, Acácio Gil Borsoi recebeu o Colar de Ouro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), na Bienal Internacional de Arquitetura, em São Paulo, prêmio máximo da arquitetura brasileira. Entre suas obras mais famosas destacam-se os projetos de interiores do Palácio da Guanabara e o restaurante Assírio, do Teatro Municipal.
Outra obra sua de grande impacto trata-se justamente do local onde acontece agora a Casa Cor Ceará 2009, e que é a maior sede a receber o evento desde 1999, com 10 mil metros quadrados de área (que abrigavam uma residência e um prédio comercial). Se você ainda não visitou a Casa Cor Ceará 2009, eis mais um motivo para prestigiar o evento que termina daqui a uma semana: fazer a sua própria homenagem a Acácio Gil Borsoi.