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Monolito | Triptyque | Ouvidor

26/10/2015

capa

A última edição da Revista Monolito trata sobre o Triptyque. Segundo a publicação – e também em nossa percepção – “em 15 anos de trajetória, o escritório franco-brasileiro chamou a atenção da cena arquitetônica nacional produzindo obras experimentais e criativas, premiadas no Brasil e no exterior.”

O escritório Triptyque assina o projeto do showroom da Loja Ouvidor.

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Para facilitar a leitura, pois todos sabemos como é desconfortável ler em arquivo de imagem, reproduzimos o trecho que remete à obra da Triptyque em Fortaleza: o nosso showroom.

Ouvidor (2011/2013)
Fortaleza

Este espaço desenhado pelo Triptyque funciona em conjunto com outros dois imóveis da mesma empresa. São três lojas que comercializam mobiliário, luminárias e tecidos e ficam localizadas na avenida Santos Dumont, no bairro de Aldeota, uma das principais vias da capital cearense. Entre diversos itens vendidos pela empresa estão peças de marcas internacionais comno Vitra, Moroso e Moooi, além de móveis de designers nacionais, como Sérgio Rodrigues e Zanini de Zanine.

Fundado em 1930 pelo avô dos atuais proprietários, o complexo possui área total construída de 1.200 metros quadrados, dos quais 220 metros quadrados são da porção desenhada pelo Triptyque. Sem janelas, o espaço possui uma porta de entrada voltada para a rua (uma travessa da avenida Santos Dumont) e outra que a interliga com as outras duas lojas. Além do volume de aparência incomum, onde tanto fora quanto dentro se destaca a torre de 16 metros de altura, um dos pontos de interesse do projeto é seu aspecto construtivo.

Estruturado como uma gaiola de metal, o volume é fechado, dentro e fora, com placas cimentícias que agregam cimento e partículas de madeira e tornam-se mais resistentes com a passagem do tempo. No interior, que possui piso de concreto, chama a atenção a luz zenital que entra por um vão na parte mais alta do volume e cuja incidência é controlada pela inclinação da própria construção. O espaço foi concebido, segundo os projetistas, como se fosse uma galeria, “um pavilhão de exposições: efêmero, temporário com uma prática ‘curadoria’ de destacar os itens de mobiliário”.


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